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Nos dias imediatamente seguintes a 11 de setembro de 2001, em seu décimo quarto ano como chairman do Federal Reserve Board, o banco central americano, Alan Greenspan participou de um esforço coletivo muito discreto para garantir que os Estados Unidos não sofressem um colapso econômico que arrastaria o resto do mundo para o desastre.
Havia boas razões para temer o pior: o crash do mercado de ações de 1987, sua primeira grande crise como principal responsável pela política monetária do país, apenas semanas depois de sua posse no cargo, estivera muito mais perto do que ainda hoje se supõe de congelar o sistema financeiro global e de provocar verdadeiro pânico nos mercados mundiais.
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